Estela acredita que existe um mar dentro de cada um de nós. Assim como o mar físico une povos e continentes, o mar interno nos une na imensidão que carregamos e que somos.
Estela gosta de olhar pra dentro. Mergulhar nos abismos internos. Reconhecer e nomear emoções, contradições e sentimentos.
Encontra na arte uma maneira de investigar aquilo que nem sempre cabe em palavras. Desenha para observar, para compreender, para dar forma ao que sente e ao que ainda não sabe nomear.
Estela cria aquarelas, baleias e silêncios.